(Autor desconhecido)
É tão estranho esse amor que não me deixa, Uma verdadeira fixação que não me escapa. Percebo tua silhueta em todas as mulheres E por onde passo o teu cheiro me persegue; Até a sua face de quem quer e tem medo Repentina eu noto me fitando indecente Pelo espelho embaçado do banheiro... Esforço-me e não entendo a razão de tal apego! E o que me resta é esquecer-te em outros braços Dar a consciência para um diferente afago Que não é o teu, mas que serve de consolo Para essa mente que insiste e não nos deixa! |
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