Por Saulo H. S. Silva
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| (Trabalho de autor desconhecido) |
São diversos os grilhões que nos sufocam
Às vezes amarram as mãos e atam os pés
Outras prendem a consciência e o
pensamento
Com resistentes correntes imperceptíveis.
Em ambos os casos, somos tomados de
assalto,
Imobilizados por diversos tipos de
cadeados
Que, quando prendem demasiado nosso
corpo,
Dar um passo à frente é tarefa muito difícil.
Porém, mais sútil e tenaz é o que encerra
o pensar!
Desde então, nem se percebe que se está
preso
E o pensamento cativo apenas observa a
vida...
Passando por entre os dedos que mesmo
libertos
Não consegue tomar para si seu próprio destino.

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