Por, Saulo Henrique Souza Silva
Quero dedicar a ti todos os versos mais belos
Que minha pena registrou em papéis avulsos,
E efetivamente construir uma grande peça.
Afinal, são tantas as coisas para serem ditas.
Mas, estrategicamente, farei o papel do ecônomo:
Dar-te-ei pouco a pouco meus mais belos ditos,
A cada beijo recebido, um verso ao pé do ouvido!
E haja inspiração para tamanha sede e desejo...
Pois, eles se efetivam nas mãos que passeiam,
Nos lábios que grudam como uma cola tenaz,
Na vontade de permanecer por horas e horas.
E o que dizer aos olhares dos que nos observam?
Da conversa de corredor, da
murmurinha...?
A resposta: a vida pertence apenas a nós mesmos!
Então, destilemos sobre nós, nosso próprio desejo!

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