Por, Clara Angélica Porto
(Originalmente publicado no Jornal a Cruzada da Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe por iniciativa da professora Carmelita Fontes. Na época sua autora tinha 9 anos de idade e era aluna da 1ª série ginasial do Ginasio de Aplicação (hoje Colégio de Aplicação da UFS).
Era
uma noite de inverno. O vento soprava suave... Nuvens espessas cobriam a lua. Estava
tudo escuro. E aquela criancinha caminhava em direção ao mar. As ondas batiam
sem piedade nas rochas e o barulho era ensurdecedor. Chegando a um certo local,
a criança parou com os olhinhos arrasados de água, olhando furtivamente o mar.
Por
que seria? Por que esta criança tão pequenina tinha aquele olhar de sofrimento?
Por quê? Essa era a resposta que ninguém poderia dar... De repente ouviu-se um
grito. As águas estavam cobertas de sangue e um corpinho flutuava...

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