Vinho em taças cristalinas,
Queijos espetados em palitos,
E um corpo feminino lânguido.
Um brinde,
Um queijo,
Um beijo.
Em razão dos goles as vozes se alteram,
Os queijos vão sumindo da bandeja,
E o corpo em volúpia estende-se na cama.
Nem vinho, nem queijo.
Agora só se degusta o corpo,
Um degustando o outro!
(Por Saulo henrique Souza Silva)

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