Por Saulo Henrique Souza Silva
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| (Fotomanipulação FRAGMENTOS, de Ricardo Biancarelli) |
O olhar não engana aquilo
que a mente anseia
O corpo nem sempre disfarça
os desejos malditos,
Volta e meia revela aquilo
que tanto lhe apraz,
Entre as idas e vindas
infinitas de nossos humores.
A cada instante diminutos
egos alteram a perspectiva
E a vontade tão frágil se
torna forte sem motivos,
Impondo ao interior
belicoso poucas horas de paz,
Pois, há sempre paixões
que permanecem renitentes.
Assim a subjetividade a
todo instante se faz,
Mas, rapidamente, sem que
haja consciência,
Forte e paulatinamente ela
se refaz!
E um novo mundo rompe, tão
logo jaz!
Sem permissão, sem uma devida
anuência,
Pois a alma perspectivada decide
o que lhe apraz!

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