Saulo H S Silva
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| Nascer do sol visto do mar |
As
luzes estão devidamente acessas,
Mas
poucas são as certezas que tenho.
Por
isso logo apago a luz do meu quarto
E rapidamente tudo se torna penumbra.
Porém,
o sono insiste em não vir...;
Tudo
devido às inquietações renitentes
Cuja
constância impede meu sono;
Então
penso besteiras, me sinto infeliz!
Como te quero ao lado da minha janela
Tomando
de assalto toda essa escuridão.
Mas
a noite é longa, quer sempre permanecer,
Atrasar
o seu oposto, que brilha como uma estrela.
Então,
com tamanha ansiedade, o que me resta fazer?
Pois
bem, busco certa distração ligando a tevê,
Passo
por todos os canais, nada há o que ver!
Em
seguida abro a janela em busca do sol,
Astro
do conhecimento, tu ainda clareias o Japão?
E
então, para minha alegria, a luz no horizonte
Anuncia
a tão esperada chegada do sol,
Tal
visão ascende minh’alma, ilumina meu dia;
Agora sorrio e canto em elogio à vida!

2 comentários:
A insonia que nos castiga numa noite que passamos em claro na escuridão de um quarto em meio a mil coisas que pensamos rogando por sono que não chega, assim, tanto nos martirizando. É a mesma que nos premia, ensinando- nos a conviver com mais uma das façanhas da vida: Está que nos mostra com clareza e sem sombras o que a luz do dia esconde. O sentimento de descobrir e sentir com lucidez, o tamanho de nosso medo. "jonaspaladino"
Jonas, meu caro amigo, efetivamente você decifrou a poesia. Tanto do ponto de vista da espera, quanto do temos da escuridião.
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