Por Ivan Barbosa1
(Professor da UFS)
O título desse artigo é homônimo de um texto do sociólogo inglês da educação chamado Michael Young, arguto herdeiro de uma tradição intelectual, científica e política voltada para a realização do projeto inacabado da modernidade. A urgência de revisitar em pleno século XXI o projeto oitocentista de escolarização compulsória da juventude, que implica perguntar para que servem as escolas, decorre da necessidade de retomarmos um dos propósitos originários desta instituição que atualmente está sob os ataques e invasões do universo político conservador.
